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Esperamos o Sol de Austerlitz, e quando ele chegar, quero que meus olhos nele se fixem…e brilhem…
Ainda sinto os ventos perfumados,
No meu rosto tocar tão maravilhosos,
Aquela brisa dos toques delicados,
Aquele dia que esperavamos ansiosos…
O céu estava sempre tão azul,
o sol estava sempre tão quente,
O mundo parava todo de norte a sul,
Pra provar aquela estrada com a gente…
Dias perfeitos, custosos de chegar,
Dias compensados com sua vaidade,
Tão pronta a me ferir, me matar,
Se notava seu ar de superioridade…
Valeria a pena, suportar seus erros,
Para viver aqueles momentos no céu?
Se ha momentos que valem uma vida,
Porque não deixar por eles a vida ao léu?
Uma hora a escuridão cansa, cega,
E a gente joga de espadas ao vento,
Uma hora a humilhação basta, pesa,
E a gente se corta, e se cura ao relento…
A noite chegou, e aqueles dias,
Tão juntos, tão longe de hoje,
Se esguiam, fogem em fantasias…
O Sol noutro canto do mundo continua a iluminar,
A noite aqui continua a cegar, sol de Fenix,
Eu sei, que aqui…ele volta a brilhar…

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