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“De amor também se sofre e morre”- disse-o.
Algum poeta triste, sem afeto.
O amor tem mesmo o gosto predileto
de juntar dor e prazer desde o início.O amor num tempo é céu e precipício
E ninguém interfere em seu trajeto:
Unindo o beijo à fúria e o sim ao veto,
Às vezes é virtude, às vezes vício.

Sonho maior que a vida humana alcança,
Eu te busquei, amor, no desconforto,
Segui teus passos como um detetive.

Hoje posso dizer, com segurança:
Não fosse o teu lampejo, estava morto.
De amor e de paixão também se vive!

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