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Em muitos momentos tudo o que buscamos é um momento de esquecimento do nosso dia a dia. Nessas horas o meu desejo é assistir a um bom filme, com personagens normais e que enfrentam situações engraçadas, embaraçosas, conflitantes e inesperadas, ou seja, que poderiam ser eu… um “eu” em outra realidade.

Este filme em cartaz “PS: Eu te amo” tem todos os ingredientes para um agradável programa à dois ou uma descontração com amigas. Ele conta a história de uma garota chamada Holly (Hilary Swank) que casou com o grande amor da sua vida, Gerry um irlandês que faria qualquer mulher se apaixonar. Uma doença séria faz com que a morte os separe, e a vida de Holly parece que vai acabar também. O grande problema é que ninguém conhece melhor suas necessidades do que ele. O inesperado desse filme é o que faz dele tão apaixonante: Gerry antes de morrer deixa cartas para guiar sua garota durante a dor, mas principalmente em sua redescoberta.

O que faz desse filme tão especial?

Acho que a primeira cena, uma briga de casal sem pé nem cabeça, que faz todos os telespectadores se sentirem ridículos e rirem da situação, pois já tiveram brigas como aquela.

Depois, a forma como Holly encara a morte de maneira depressiva e exagerada; não há uma só mulher que não se identifique com todo o exagero, que se comova com a tristeza e ao mesmo tempo lembre-se de atitudes que já fizeram como fugir de banho, cantar em voz alta, não atender telefonemas, entre outras coisas.

A forma que eles se conheceram e se apaixonaram também povoa os sonhos de qualquer garota, que espera encontrar o grande amor de uma maneira inusitada, mas ao mesmo tempo romântica.

Por fim, e o melhor: através das cartas deixadas por Gerry, podemos aprender os passos para viver com a perda, superá-la até chegar o momento de encontrar um novo amor. E esse encontro não significa que o primeiro não significou nada, mas sim que a vida prega muitas peças e que todas nós somos capazes de amar de novo, sem a obrigatoriedade de esquecer todos os momentos deliciosos com o antigo amor!

Além de tudo isso, na minha visão, um bom filme romântico tem que ser capaz de nos fazer rir, chorar, se apaixonar, querer saber como a história continua quando o filme acaba e aprender… aprender? Sim, aprender com diálogos e situações apresentadas, nos levar a conhecer novas maneiras de ultrapassar os obstáculos de nossos próprios relacionamentos.

O título é despretensioso e, até mesmo, infantil. Porém, o desenrolar da trama faz com que saíamos da sala de cinema nos sentindo bem, leves e prontas para amar… amar muito!
“Nossa muito lindo….quando eu estava conseguindo enxugar as lagrimas, vinha outra cena que me fazia chorar novamente!!!
Muito legal!” – Anônimo em 17/03/08

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