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Sempre encarei o esporte como um traço paralelo com os relacionamentos. Devem ser praticados em equipe (os coletivo, claro) apoiando-se um jogador no outro para que o jogo seja um sucesso. Além disso, creio que esportes presumem ao fim uma vitória maior, além dos troféus e medalhas, a superação de um desafio ou de um adversário que teima em invadir o campo contrário.
Na hora de decidir o que praticar, na hora de passar a bola, de dar o saque, driblar ou bater recordes, é essencial que haja interação, objetivos comuns e muita parceria, do contrário tudo pode desandar ou finalizar num morno 0 a 0. Em um namoro tudo pede parceria. Se seu zagueiro não está disposto a sair do comodismo de seu time perdedor, é bom rever seu foco de jogo, pois a qualquer instante alguém será fatalmente expulso de campo.
Se você levou um cartão amarelo, fique atento. Corra o campo todo se for preciso atrás do prejuízo, pois a qualquer hora a expulsão será não apenas sua jogada para fora de campo, mas para um time de segunda, terceira divisão.
Bolas, tacos, quimonos, piscina, redes, seja qual for sua escolha, lembre-se que de nada adianta saber o que fazer se o outro não cooperar para uma vitória. Mais valerá estar no esporte certo, com um atacante perfeito e compreensivo do que no banco ou chuveiro curtindo a dor de uma derrota de goleada.

Artigo do Blog “Dois em Xeque”. Para ler mais clique aqui!

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